20-10-2015, 05:49
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 20-10-2015, 05:52 por ewmendes.)
Olá a todos!
Sou novo no forum. Ando de moto desde bem novinho... já tive 19 motos, sendo a primeira uma garelli. E venho acompanhando desde os velhos 2 tempos (TT, DT, RD..) às primeiras CG's até as modernas GS. Amo muito moto e já devo estar beirando 1 milhão de km rodados. Atualmente a minha média anual para moto é de 37 mil. O meu drama sempre foi a lubrificação de corrente, principalmente em longas viagens que é necessário fazer 2 ou 3 paradas para lubrificação.
Percebi na minha vibe que lubrificar abaixo de cada 100km é perda de tempo... não faz diferença. Mas a cada 100 ou 200 na estrada é perceptível o ganho na economia de combustível e conforto para troca de marchas. A moto responde melhor e fica mais agradável. Acima de 300 é tolerável e vai indo até ficar desagradável e vc não perceber mais de tão ruim que fica.
Sempre usei o que sobrava do óleo do motor, nada mais. Todas as motos que comprei zero km vendi com a relação nova e sem nenhuma regulagem de folga e todas com mais de 30.000 rodadas.
Para espanto de todos vocês conheci um produto fodástico que não é vendido em canto nenhum... E não me perguntem porque pois já perguntei ao fabricante e continuo sem entender. Na verdade o meu irmão é mecânico industrial e após algumas pesquisas com engenheiros e problemas de durabilidade das correntes nos teares industriais, encontraram o spray de molibdênio da tecnogrease. Vejam bem que estamos falando de correntes industriais que trabalhavam expostas. E como é industrial a ideia é que o custo x benefício seja sempre gigante, já que estamos falando de retorno de capital (lucro ou custo operacional).
Depois de um ano de testes, descobriram que as correntes passaram a dobrar e até triplicar a durabilidade com o spray. Mas os caras não vendem em lugar nenhum o barato... consegui alguns na faixa. O produto é tão foda que subi de a cada 100km para algo em torno de 500km com o mesmo conforto do óleo a 100. Agora só vendem na caixa fechada com 10 eu acho... a 80 cada frasco. direto com o fabricante.
Pois bem, os meus acabaram há algum tempo, e voltei pro óleo... e depois da harley eu me enjoei de melequeira e passei a testar os sprays. Não senti conforto em nenhum... dura bem pouco e basta uma melequinha dágua e... a secura toma conta da máquina. Pilotar na chuva então... um martírio.
cheguei até o post procurando informações sobre lubrificantes de corrente... e parece que todos tem uma fórmula pessoal de cuidar do tema.
Estou testando alguns off roads... que resistem mais á água e não retem poeira. Fico ainda na dúvida sobre o C3 e o C4 da motul... off ou on??? e sinceramente não sei qual faz durar mais. Tudo que percebo é que são bem caros e não sinto melhora na performance na moto. Não meleca, mas não sei se a relação vai durar mais ou não... A CSS utilizam whurt... mas é difícil de achar aquele raio de graxa spray de cavidade. Só dá motul... eles dão um banho comercial em qualquer um no campo de lubrificantes de corrente.
é isso, queria compartilhar e saber a opinião de vocês.
Sou novo no forum. Ando de moto desde bem novinho... já tive 19 motos, sendo a primeira uma garelli. E venho acompanhando desde os velhos 2 tempos (TT, DT, RD..) às primeiras CG's até as modernas GS. Amo muito moto e já devo estar beirando 1 milhão de km rodados. Atualmente a minha média anual para moto é de 37 mil. O meu drama sempre foi a lubrificação de corrente, principalmente em longas viagens que é necessário fazer 2 ou 3 paradas para lubrificação.
Percebi na minha vibe que lubrificar abaixo de cada 100km é perda de tempo... não faz diferença. Mas a cada 100 ou 200 na estrada é perceptível o ganho na economia de combustível e conforto para troca de marchas. A moto responde melhor e fica mais agradável. Acima de 300 é tolerável e vai indo até ficar desagradável e vc não perceber mais de tão ruim que fica.
Sempre usei o que sobrava do óleo do motor, nada mais. Todas as motos que comprei zero km vendi com a relação nova e sem nenhuma regulagem de folga e todas com mais de 30.000 rodadas.
Para espanto de todos vocês conheci um produto fodástico que não é vendido em canto nenhum... E não me perguntem porque pois já perguntei ao fabricante e continuo sem entender. Na verdade o meu irmão é mecânico industrial e após algumas pesquisas com engenheiros e problemas de durabilidade das correntes nos teares industriais, encontraram o spray de molibdênio da tecnogrease. Vejam bem que estamos falando de correntes industriais que trabalhavam expostas. E como é industrial a ideia é que o custo x benefício seja sempre gigante, já que estamos falando de retorno de capital (lucro ou custo operacional).
Depois de um ano de testes, descobriram que as correntes passaram a dobrar e até triplicar a durabilidade com o spray. Mas os caras não vendem em lugar nenhum o barato... consegui alguns na faixa. O produto é tão foda que subi de a cada 100km para algo em torno de 500km com o mesmo conforto do óleo a 100. Agora só vendem na caixa fechada com 10 eu acho... a 80 cada frasco. direto com o fabricante.
Pois bem, os meus acabaram há algum tempo, e voltei pro óleo... e depois da harley eu me enjoei de melequeira e passei a testar os sprays. Não senti conforto em nenhum... dura bem pouco e basta uma melequinha dágua e... a secura toma conta da máquina. Pilotar na chuva então... um martírio.
cheguei até o post procurando informações sobre lubrificantes de corrente... e parece que todos tem uma fórmula pessoal de cuidar do tema.
Estou testando alguns off roads... que resistem mais á água e não retem poeira. Fico ainda na dúvida sobre o C3 e o C4 da motul... off ou on??? e sinceramente não sei qual faz durar mais. Tudo que percebo é que são bem caros e não sinto melhora na performance na moto. Não meleca, mas não sei se a relação vai durar mais ou não... A CSS utilizam whurt... mas é difícil de achar aquele raio de graxa spray de cavidade. Só dá motul... eles dão um banho comercial em qualquer um no campo de lubrificantes de corrente.
é isso, queria compartilhar e saber a opinião de vocês.