boa noite galera meu nome e Gustavo tenho 33 anos moro em SP zona sul...sempre tive moto speed mais como cansei de ser assaltado resolvi mudar de estilo e peguei uma f800gs 13/13 marrom...to curtindo d++++++ a moto mais to sem amigos para andar pois meus amigos so andao de speed...quando tiver um roleziho pf chamem o amigo aqui...
Resolvi compartilhar com vocês uma curiosidade que tenho a algum tempo, e que não sei se todos já perceberam. É uma besteira, mas se está lá é porque há uma razão. :confused:
Existe uma linha vermelha sobre o marcador de 50km/h da F800GS 2013 - o que não acontece em nenhuma das outras marcações no velocímetro.
Para que serve essa linha vermelha?
Indica uma velocidade limite para utilização da primeira marcha?
Velocidade mínima para utilização em marchas mais altas?
É um enfeite para o painel ficar mais bonito? Enfim pra que serve isso? Desde que notei estou me perguntando...
Pesquisei na internet e não achei nenhuma resposta conclusiva para essa dúvida.
Enviei um e-mail para a BMW internacional, mas acho que os pilotos mais experientes com BEEMS vão saber me responder. Sei que essa linha vermelha também aparece na G650GS...
Após a resposta da BMW vou dividir com o grupo qual a razão de ser (oficial) dessa linha vermelha no velocímetro. Mas até lá vale chutar as razões...
Aproveito para colocar uma foto do painel da moto, é só notar a marcação sobre os 50km/h.
Ola pessoal, sou Jose Roberto e decidi conhecer melhor as motos BMW, adquiri uma gs 1200 K50 que vou buscar na sexta feira.
Ando de moto a alguns anos e passei por varios estilos, atualmente tenho uma Triumph Tiger 1050 que pretendo deixar na garagem para fazer companhia para a Gs.
Agradeço aos idealizadores e membros do forum por manter esse canal de comunicação, espero poder conhecer novos companheiros de viajens e poder contribuir um pouco com o forum.
Meu no nome é Fernando Ferrão, acabei de adquiri uma F800 GS, sou calouro na GS, estou vondo da Vstrom 650 onde rodei 42000km. Sou do Rio de Janeiro capital, bairro Grajaú, precisando de algo por aqui estou as ordens, espero aprender muito com vcs.
Meu nome é Eduardo, tenho 42 anos e sou o mais novo e feliz proprietário de uma BMW F 800GS 13/13.
A minha peguei nessa cor marrom nova e estou adorando!!
Não tinha moto desde os anos 80, então estou indo devagar para amaciar a moto e o piloto.
Moro em Campinas - SP, e pretendo fazer pequenas viagens pela região com a patroa.
Comprei um capacete HJC SY-MAX III e, á princípio, estou achando muito bom (nos idos anos 80 usava um Induma San Marino, não tem nem como comparar...)
Tenho algumas dúvidas:
É melhor jaqueta de couro ou cordura?
Gostaria de sugestões e / ou opiniões sobre calças, botas etc.
Keith Code - The Twist of The Wrist Vol 2 (Livro e Video)
Pessoal, alguns já devem ter assistido este vídeo.
Tive oportunidade de assistir dublado numa Loja, trata-se de um vídeo nomeado como a Bíblia das Curvas.
Importante a qualquer motociclista e deve ajudar na segurança e performance em curvas, bem como esclarecer algumas falhas ou quedas e como evitar.
Dispensa maiores apresentações, os links abaixo já o farão. Me foi útil e testei no último passeio abusando um pouco com sucesso.
- 07 " caps " (tampas) de PVC de 20mm (R$0,65 a unidade)
- 05 " T " de PVC de 20 mm (R$0,50 a unidade)
- 03 " joelho " de 45 graus de PVC de 20mm (R$0,50 a unidade)
- 1,50 m de cano PVC (R$ 1,50 o metro)
- 01 tubo de cola pequeno para PVC (R$1,30 a unidade)
- 01 folha de lixa
FAZENDO:
- fazer duas bases(para não girar quando pendurado), uma superior e outra inferior,
colando 01 "T" com um pedaço de cano, que fique com uma largura de 15 cm.
- iniciar os cabides para os capacetes, colando no centro do " T" de uma base um outro "T",
em seguida um "joelho".
- cortar dois pedaços de cano PVC de 35 cm que vão ser colados entre os cabides
- unir todos os cabides com os dois pedaços de cano
- atras do "T" da base superior, no centro desse "T" fazer um furo para pendurar o suporte
ja que quem tem um nao tem nenhum, fiz dois
he he he
Estou abrindo este tópico, pois após adquirir a F800GS percebi que se o proprietário não tiver o mínimo de auto controle, podemos gastar o valor da moto em acessórios (!).
Iniciando então pelos protetores, adquiri recentemente a bolha Givi (Excelente R$ 349), os protetores de mão (BMW-não chegou R$ 599), protetor de cárter (Framax - Não chegou R$ 439) e protetor do motor (Chapam - Chegou! aêeee! - R$ 310 incluso a postagem pra BH - http://www.chapam.com.br).
Posto 2 fotos deste último, pois o custo benefício na minha opinião foi excelente. As dimensões são boas, protege realmente toda a carenagem lateral, só demorei 20 minutos pra instalar e os encaixes são perfeitos. Se eu tivesse esse protetor a 3 semanas não tinha destruído a lateral na queda.
Próxima aquisição será o protetor de farol e chega. Alguém tem um modelo pra indicar??
Os pneus são calibrados com ar, que contém água em sua composição. Daí a medição de umidade relativa do ar.
Quando o veículo se desloca, os pneus atritam contra o asfalto e esse atrito
gera calor. Como os pneus têm uma válvula que impede a saída do ar, é natural
que a pressão aumente, respeitando a velha Lei de Charles (que relaciona pressão e temperatura de um gás ideal. Ou seja, quando um pneu é aquecido o volume do ar mantem-se aproximadamente constante e sua pressão aumenta.
Quando o motociclista calibra o pneu frio pela manhã, observa que está
com 26libras, por exemplo. Depois de viajar sobre o asfalto quente, decide
conferir a calibragem e se assusta ao observar 32 libras. Então, desobedecendo a norma do manual do proprietário, decide "corrigir" a calibragem, drenando o ar até voltar às 26 libras. Santa ingenuidade. Sem saber, o motociclista deixou sua motocicleta muito perigosa, porque, além de "amolecer" os pneus, os sulcos (o desenho da banda do pneu) ficam com sua função de escoamento da água reduzida.
Motociclista previdente e bem informado sobre a melhor maneira de pilotar
sua motocicleta deve saber que, se o fabricante do veículo recomenda determinada
calibragem do pneu, é porque já levou em conta a Lei de Charles. Exatamente por
isso é que há a recomendação de calibrar com pneus frios. É por causa da relação
temperatura e pressão que os pneus dos veículos de competição não são preenchidos com ar; mas com um gás único, o nitrogênio. Como o nitrogênio é isento de água, mesmo quando aquecido o aumento da pressão é insignificante. Além disso, o nitrogênio é mais leve que o ar.
Notem que o ar contém 78% de nitrogênio, 21% de oxigênio e 1% de outros gases.
Embora a composição do ar seco permaneça relativamente constante a quantidade de vapor d’água no ar atmosférico varia consideravelmente por ser condensável a pressões e temperaturas usuais, razão pela qual, as quantidades de ar úmido devem ser expressas de tal maneira que as quantidades relativas de vapor d’água e ar seco sejam sempre indicadas.
A temperatura e a pressão barométrica do ar atmosférico variam muito com as condições do tempo, localização geográfica e principalmente com a altitude.
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Calibragem de pneus
Oxigênio ou nitrogênio: eis a questão.
Fábio Rendelucci* Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação
Divulgação/Pirelli
Manter a pressão adequada nos pneus de seu carro ajuda na dirigibilidade, diminui o desgaste e não força a suspensão. Um cuidado que se deve ter é utilizar a pressão indicada pelo fabricante para cada tipo de carga, indicada em uma plaqueta normalmente colocada no batente da porta do motorista, e não confiar cegamente nos na medição indicada nos calibradores do posto de gasolina.
Você lê isto, percebe que não calibra os pneus há algum tempo e resolve ir ao posto. Chega lá e se depara com dois locais para calibrar: um deles indicando "ar", gratuito; outro indicando "N2", provavelmente pago. E agora?
Vamos lá: o que acontece com um pneu rodando? Aquece! O que acontece com o gás dentro do pneu quando o pneu aquece? Aquece! De acordo com a equação dos gases
PV=nRT
a mudança na temperatura causa mudança na pressão e no volume, o que o faz expandir! Isso é bom? Claro que não. O fato da borracha do pneu aquecer é até bom, pois aumenta a aderência. Só que a expansão do gás dentro do pneu faz com que ele altere seu diâmetro e o formato da banda de rodagem (parte do pneu em contato com o solo), o que não é muito bom.
A composição do ar atmosférico é mais ou menos a seguinte: 78% de nitrogênio (N2), 20% de oxigênio (O2) e 2% dos outros gases, incluindo vapor de água**. Se ele é então quase que só nitrogênio, que diferença faz usar ar ou N2 nos pneus?
Nitrogênio puro
A diferença é a seguinte: o ar atmosférico, por conter vapor d'água, sofre maior variação de pressão e volume quando alteramos sua temperatura do que o nitrogênio puro. Se você for atento, dirá que a lei dos gases perfeitos não distingue um gás do outro. É verdade, mas os gases não são "perfeitos", portanto há variação de comportamento de um gás para outro e para misturas gasosas como o ar atmosférico.
Outra vantagem: a ausência do oxigênio (O2) evita - ou pelo menos diminui, já que ele estará presente em quantidades mínimas - a oxidação da borracha na parte interna da câmara ou do pneu.
Mas nem tudo é o que parece. É verdade que utilizar N2 ao invés de ar melhora tudo que foi exposto acima, mas isso não é perceptível em condições normais de uso de pneus em veículos normais.
Por exemplo, a R1200GS modelo Premium :p tem um sensor nos pneus que monitora a pressão e temperatura, enviando os dados para uma central que faz a conversão da pressão para 20 graus C e mostrando no painel a pressão convertida. Além disto, se um pneu começar a perder pressão muito rápido (furo/vazamento), aparece um alerta no painel (segurança!), uma comodidade que traz segurança.
** Nota: o texto acima foi produzido a partir de dois textos distintos, eis o por que dos diferentes percentuais da composição do ar. Mesmo assim, notem que o percentual de Nitrogênio é o mesmo.